Polícia

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Operação da Polícia Civil prende prefeito de Ielmo Marinho em flagrante na Grande Natal

A operação foi realizada de forma simultânea nos municípios de Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Natal e Parnamirim, com o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça. Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o chefe do Executivo municipal é apontado como líder do grupo investigado.

De acordo com os investigadores, a organização criminosa estaria estruturada para intimidar adversários políticos, além de praticar outros ilícitos, contando com um núcleo armado e utilizando influência político-administrativa para sustentar suas ações. As apurações indicam ainda a existência de vínculos com membros da segurança pública.

A prisão em flagrante ocorreu no momento em que o prefeito tentou ocultar provas, lançando para fora de sua residência uma quantia em dinheiro e um aparelho celular durante o cumprimento das ordens judiciais. A investigação também apura crimes como porte ilegal de arma de fogo, organização criminosa e constituição de milícia privada.

As autoridades informaram que outros possíveis envolvidos estão sendo identificados, entre eles parlamentares e um policial militar, cujas condutas seguem sob análise no inquérito em andamento.

O nome da operação, “Securitas”, tem origem no latim e significa “segurança”, em referência ao objetivo central da ação: restabelecer a ordem pública, coibir a atuação de grupos armados e proteger as instituições democráticas.

A operação contou com o apoio do Ministério Público do Rio Grande do Norte e da Polícia Militar. A Polícia Civil reforça que informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

Foto Reprodução

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Ex-presidente Fernando Collor é preso em Maceió

ex-presidente Fernando Collor de Mello foi preso na madrugada desta sexta-feira (25), em Maceió, capital de Alagoas. A detenção ocorreu por volta das 4 horas da manhã, no momento em que ele se deslocava para Brasília. A informação foi confirmada pela defesa do ex-presidente, que afirmou que o objetivo da viagem era o cumprimento espontâneo da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a nota oficial divulgada pelos advogados, Collor encontra-se, neste momento, custodiado na Superintendência da Polícia Federal em Maceió.

A ordem de prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes na quinta-feira (24), após a rejeição do segundo recurso apresentado pela defesa. Fernando Collor foi condenado, em maio de 2023, a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em esquema que envolvia contratos na BR Distribuidora, atualmente chamada de Vibra.

A condenação se baseou em denúncia oferecida no âmbito da Operação Lava Jato, com base em delações premiadas, entre elas a de Ricardo Pessoa, ex-presidente da empreiteira UTC.

Além da pena privativa de liberdade, Collor foi condenado a pagar 90 dias-multa, a indenizar a União em R$ 20 milhões — solidariamente com outros dois réus — e a ficar proibido de exercer qualquer cargo público por período equivalente ao dobro da pena.

Até o momento, não há informações adicionais sobre os próximos passos após a prisão.

Com informações de CNN

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