Energia Solar

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Usina Solar do Aeroporto de Natal conclui instalação de 100% das placas e projeto entra em fase final

Projeto da Zurich Airport Brasil permitirá ao Aeroporto de Natal atingir a autossuficiência energética

Natal, 10 de agosto de 2026 – A Usina Solar do Aeroporto Internacional de Natal, localizado em São Gonçalo do Amarante, atingiu um marco significativo com a conclusão da instalação de 100% das placas solares que permitirão ao aeroporto atingir a autossuficiência energética. Ao todo, o parque solar terá 11 mil placas e potência instalada de até 5MW. A previsão de entrega e inauguração está prevista para o início de novembro. O investimento feito pela Zurich Airport Brasil, concessionária do Aeroporto de Natal, é de R$ 24 milhões.

Uma vez entregue, a Usina Solar fará com que o Aeroporto de Natal se torne o primeiro aeroporto do Norte-Nordeste e o segundo do Brasil – ao lado do Aeroporto de Macaé, também operado pela Zurich – a ser autossuficiente em energia. Entre os principais benefícios ambientais previstos está a redução anual estimada em 654 toneladas de CO². Além dos ganhos operacionais e ambientais, a usina representa um passo relevante na jornada de descarbonização da Zurich Airport Brasil e no cumprimento da meta de atingir emissões líquidas zero (Net Zero) até 2040 em seus aeroportos administrados no Brasil.

A instalação de 100% das placas solares marca um importante avanço na execução da obra, iniciada em novembro de 2025. As obras agora entram na fase de instalação de infraestrutura de passagem de tubulação, instalação de postes e cabos aéreos e interligação com o sistema principal, além de testes finais. A expectativa é concluir este processo até o final de outubro.

Executada pela empresa potiguar WSO Solar, a usina será a maior do Estado para consumo próprio. As 11 mil placas serão capazes de gerar 1 milhão de kWh por mês – energia suficiente para abastecer cerca de 6.800 residências, considerando consumo médio de 150 kWh/mês.

Além de inovador no universo aeroportuário brasileiro, o projeto da Usina Solar do Aeroporto de Natal tem incorporado princípios de engenharia sustentável e economia circular ao reaproveitar aproximadamente 11.000 m³ de fresa de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente). O material é resultante da fresagem do pavimento asfáltico, composto por fragmentos de asfalto e agregados provenientes do processo de manutenção da pista realizado em 2017.

A solução, aplicada em mais da metade da usina, contribui diretamente para melhorar a uniformidade e a capacidade de refletir a luz solar, características essenciais para aumentar a eficiência dos módulos bifaciais instalados no empreendimento, que captam radiação tanto pela face frontal quanto pela traseira. Com um terreno mais nivelado e com maior refletância, os painéis conseguem aproveitar melhor a luz difusa e refletida, ampliando sua produtividade.

Outra questão importante na execução do projeto diz respeito a escolha da área de instalação das placas solares, alocadas próximo ao pátio de aeronaves. A escolha do local se dá pelo fato da área ser antropizada e sem cobertura vegetal nativa, eliminando necessidade de supressão de áreas de vegetação e reduzindo impactos ambientais.

Sustentabilidade

Além da construção da Usina Solar, a Zurich Airport Brasil tem promovido uma série de iniciativas em sustentabilidade no aeroporto, como a instalação dos sistemas 400 Hertz e PCA, que fornecem energia limpa para aeronaves em solo, substituindo o uso de combustíveis fósseis e contribuindo para a descarbonização do setor aéreo.

Outra frente relevante de economia circular é a gestão de resíduos. Em 2026, mais de 97% dos resíduos gerados no aeroporto foram desviados de aterro. A ação conta ainda com uma parceria junto a uma cooperativa de reciclagem, gerando emprego e renda para famílias locais. Além disso, o aeroporto também desenvolve iniciativas de reuso de água, ampliando a eficiência hídrica e reduzindo o consumo de recursos naturais.

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Com R$ 21 milhões contratados em plantas solares, BNB é destaque no Fórum de Geração Distribuída

Edição nordestina é a 19ª do evento, considerado o maior do setor no país, e será
realizado amanhã e quinta no Centro de Convenções de Natal

O fomento ao setor e os desafios da chamada GD estão no foco da 19º Fórum de Geração Distribuída – Região Nordeste, que será realizado amanhã e quinta, no Centro de Convenções de Natal. O Banco do Nordeste é um dos patrocinadores do evento e um dos principais agentes financeiros da modalidade. Somente este ano, na posição de 31 de maio, foram concedidos R$ 21 milhões para a instalação de plantas solares no Rio Grande do Norte.
 

Os números se referem a projetos de empresas e pessoas físicas beneficiados com a linha FNE Sol, do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste. O BNB tem atendido uma demanda crescente pelo produto e planeja, nas 21 agências potiguares, superar os R$ 50 milhões concedidos no ano passado para projetos de geração distribuída de energia elétrica.

A destinação de espaços para instalação de plantas solares, com a possibilidade de fornecimento para outros pontos de consumo empresarial ou familiar, caiu no gosto dos consumidores e transformou milhares de imóveis em fontes renováveis de energia. O evento, promovido pela Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) deve fomentar ainda mais os negócios em toda a região Nordeste.
 

Empresas do setor, integradoras, provedores de soluções, financiadores, distribuidores, fabricantes, profissionais especializados e acadêmicos estão entre os palestrantes e participantes do Fórum. Além da exposição de produtos e serviços em estande próprio, na feira, o Banco do Nordeste participa do painel Linhas de Financiamento, junto com outras instituições de crédito.
 

O gerente de Governo da Superintendência Estadual do Rio Grande do Norte, Sartre Praxedes, fará apresentação das linhas de crédito destinadas ao segmento. “O Banco do Nordeste é líder na Região no financiamento de longo prazo em todas as atividades ligadas ao setor produtivo. Nossas linhas de crédito combinam as melhores taxas com os melhores prazos, permitindo que o investimento seja pago com suas próprias receitas e é isso que ficará demonstrado no painel”, conclui.

Foto: Internet

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CAIXA e APER assinam convênio para financiamento de energia solar para pessoa física

A Associação Potiguar de Energias Renováveis – APER e a Caixa Econômica Federal assinaram, na tarde desta quarta-feira (15), um convênio para oferecer acesso a linhas de crédito e demais produtos bancários às empresas associadas e aos seus clientes, que desejarem instalar energia solar.
O convênio irá permitir uma ampliação da oferta de crédito para os interessados em instalar em suas residências o sistema de energia solar fotovoltaica, beneficiando acima de tudo o consumidor final.
“A Caixa está muito feliz em firmar esse convênio com a APER, que permitirá possibilidades de negócios para empresas dos associados, com descontos nas taxas de juros, flexibilização da taxa de manutenção da conta, da maquininha do recebimento do cartão de crédito, com taxas diferenciadas, bem como o consumidor do Rio Grande do Norte pessoa física, que busca uma usina de geração de energia solar, terá que contratar um associado a APER para que a CAIXA possa financiar a instalação”, declarou o superintendente estadual da CAIXA, Cleiton Bege.
Para o presidente da APER, Cassio Maia, a assinatura do convênio vai permitir uma maior ampliação de financiamento para pessoas físicas, que ainda não instalaram a energia solar em suas residências. “A Caixa é um dos principais agentes financeiros no país, principalmente, no segmento pessoa física e crédito imobiliário. A energia solar, que está cada vez mais popular, encontra um novo parceiro na linha de pessoa física, sempre através das empresas associadas à APER. Sem dúvida, pela base de clientes e por toda a capilaridade que a CAIXA tem dentro do RN, vai favorecer muito os financiamentos de novos projetos de quem não tem a sua energia solar instalada”, disse Cassio Maia.
A energia solar distribuída no Rio Grande do Norte cresceu em 2022 mais que a média do Nordeste e do Brasil, segundo levantamento da APER-RN. De acordo com os dados, o crescimento em comparação com 2021 foi de 107,9% no RN, 96,7% no Nordeste e 84,8% no Brasil. No ano passado, o Estado atingiu pela primeira vez a marca de pelo menos uma usina nos 167 municípios do Rio Grande do Norte, e todos os indicativos apontam que é uma alternativa energética que veio para ficar, dados os amplos benefícios que apresenta para os investidores.
Participaram da assinatura do convênio, na sede da APER, o presidente, Cassio Maia, o vice-presidente, José Maria Vilar, o superintendente estadual da CAIXA no RN, Cleiton Bege, a Gerente Geral da Caixa Agência Potiguar, Silvana Goulart, além de associados da APER.
Para consultar as empresas associadas a APER basta acessar www.aper.net.br

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