10 de novembro de 2022

Frente Parlamentar defende conscientização contra fogos ruidosos

Colegiado em defesa das pessoas com deficiência se reuniu, hoje (10), na Câmara Municipal de Mossoró

Após aprovação na Câmara Municipal, sanção e regulamentação pela Prefeitura, a lei que proíbe fogos ruidosos em Mossoró requer outro desafio: manter a sociedade conscientizada sobre danos da soltura do artefato. Essa é uma das prioridades da Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência, que realizou sua segunda reunião pública, na tarde desta quinta-feira (10), no plenário da Câmara de Mossoró.

O presidente da Frente, vereador Tony Fernandes (Solidariedade) afirmou que essa conscientização precisa ser permanente. Informou que o colegiado já realizou ações educativas, como panfletagem no Centro e em escolas públicas.

E anunciou novas ações. É o caso do projeto Copa Consciente. “Será um trabalho em bares e outros estabelecimentos onde haja aglomeração de pessoas, para que não haja soltura de fogos ruidosos”, informa o vereador, autor da lei (3.942/2022).

Entre os danos dos ruídos dos fogos, Tony Fernandes destaca prejuízo à saúde de pessoas com deficiência, autismo, idosos, recém-nascidos e animais. “Também esperamos que, com a regulamentação, a fiscalização surta efeito”, diz.

Vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência, o vereador Pablo Aires (PSB) propôs, entre as ações educativas, afixação de cartazes informativos em estabelecimentos, como locais de transmissão de jogos.

“É preciso que avancemos na conscientização”, reforçou Aires, ao informar que a regulamentação, decretada hoje pela Prefeitura, estabelece órgão fiscalizador e sanções, como multa ao portador de fogos e apreensão do material.

Foto: Edilberto Barros

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Balança comercial do RN tem saldo 58% maior este ano

Volume de exportação e importação, entre janeiro e outubro deste ano, é US$ 289,68 milhões maior que o registrado em 2021

A movimentação da balança comercial do Rio Grande do Norte em 2022 já chegou a US$ 984,54 milhões, superando o desempenho registrado no ano passado, quando o movimento entre exportações e importações de produtos comerciais foi de US$ 848,58 milhões e já havia sido a maior movimentação (volume resultante da soma dos valores das exportações e das importações) em 20 anos.

Segundo levantamento divulgado pela Sedec, o saldo acumulado da balança comercial do Rio Grande do Norte somente de janeiro a outubro de 2022 teve crescimento de 58,2% no comparativo com o mesmo período de 2021, com saldo de 289,68 milhões de dólares (FOB), resultado da diferença entre exportações (US$ 637,11 milhões) e importações (US$ 347,43 milhões).

Em outubro, o saldo foi de US$ 64,09 milhões, o segundo melhor dos últimos 12 meses, sendo superado apenas pela movimentação de junho/22 (US$ 103,04 milhões). O destaque foi o volume exportado de sal marinho com uma média anual de 1,2 milhão de toneladas, 26,49% a mais do que em igual mês de 2021.

De acordo com os técnicos da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico (Sedec), o crescimento da balança comercial está atrelado a diversos fatores. Na exportação, está ocorrendo desde 2019 o crescimento vertiginoso da oferta por “fuel oil” (óleo combustível derivado do petróleo), destinado especificamente para Singapura, no sudeste asiático.

Já a importação de produtos externos é influenciada pelo crescimento da demanda por trigo, fora da média das importações, desde 2012, assim como a partir de 2020, ocorre de forma intensiva a demanda por equipamentos de energias renováveis – células solares e fotovoltaicas, eletrogêneos de energias eólicas e grupos de partes de geradores.

De acordo com o Sindicato da Indústria do Sal (Siesal), na prática, não houve exportações fora da média nos últimos dois anos. Na avaliação do Siesal, a discrepância nos números apresentados no relatório da balança comercial do RN pode ser explicada por eventual represamento dos lançamentos de dados de exportação do sal, que foram publicados somente este mês.

Também tiveram crescimento as exportações de melões frescos (21,84%), melancias frescas (10,15%) açúcares de cana (8,85%) e óleo combustível (9,64%).

A Sedec também divulgou que em outubro deste ano, as exportações somaram US$ 76,26 milhões. A importação no mesmo período foi de US$ 12,17 milhões. As células fotovoltaicas e o trigo foram os produtos mais procurados pelo RN. O saldo da balança comercial foi de US$ 64,09 milhões.

Em 2021, o volume proveniente de comercialização com o exterior foi o maior em duas décadas, ultrapassando o patamar de US$ 840 milhões, resultado da soma das exportações de US$ 514,85 milhões e das importações, de US$ 333,73 milhões.

Segundo a Sedec, as exportações acumuladas do período de janeiro a outubro de 2021 resultaram US$ 402.799.602 e as acumuladas no mesmo período de 2022 já resultaram em US$ 637.110.153.

Entre as principais origens de importações do Rio Grande do Norte estão a China, a Argentina e os Estados Unidos. Na última década, a China se destacou como o principal país no atendimento à demanda potiguar por equipamentos para parques eólicos e usinas solares. Por isso teve a maior participação nas importações do Estado em 2021, com mais de 70% dos produtos importados. Além de equipamentos para parques eólicos e usinas solares, estruturas e partes de ferro e aço e polímeros de etileno estiveram entre os principais produtos oriundos da China.

Já Singapura, Estados Unidos e Holanda destacaram-se como principais destinos de produtos exportados pelo RN. Nos últimos 5 anos, Singapura vem ganhando ênfase na balança comercial potiguar, especialmente na demanda por óleos combustíveis.

Em 2021, os produtos mais exportados foram as frutas tropicais frescas (melão, melancia, mamão), castanhas, óleos combustíveis, açúcares e tecidos de algodão.

Foto: Elisa Elsie

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IHGRN promove conferência sobre o bicentenário da Independência do Brasil

O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte realiza, no dia 12 de novembro, uma conferência alusiva ao bicentenário da Independência do Brasil, celebrado em setembro de 2022. O evento propõe analisar o centenário da Independência no Rio Grande do Norte, a partir da revista do Instituto Histórico e Geográfico de 1922.

O evento, que tem início às 9h30, tem sua abertura comandada pela presidente do Instituto, Joventina Simões, e pelo sócio e jornalista Vicente Serejo. Ao longo da manhã, serão ofertados diálogos ministrados por sócios do Instituto e um intervalo musical por conta do flautista e arranjador Carlos Zens.

A entrada é gratuita e não é necessária inscrição prévia.

PROGRAMAÇÃO

1ª Mesa

Abertura – Joventina Simões

O Rio Grande do Norte e o Centenário – Vicente Serejo

2ª Mesa

Preparativos do Centenário – André Felipe Pignataro

Festas do Centenário – Thiago Freire

Inaugurações do Centenário – João Maurício de Miranda

Intervalo

Apresentação musical – Carlos Zens

3ª Mesa

Discursos do Centenário – Lívio Oliveira

Hora dos Poetas e das poesias – Diva Cunha e Conceição Flores

4ª Mesa

A festa do Centenário nos municípios e a repercussão da festa do Centenário no Rio

Grande do Norte – Mara Macedo

Encerramento – Luiz Eduardo Suassuna (Prof. Kokinho)

Serviço

Conferência do bicentenário da Independência do Brasil

Local: Salão Nobre do IHGRN – Rua da Conceição, 622, Cidade Alta, Natal/RN

Data: 12 de novembro de 2022

Horário: 9h30 às 12h

Entrada gratuita

O Instituto – 120 anos

Fundado em 1902, o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte completou 120 anos em 2022. É a mais antiga instituição cultural potiguar. Abriga a biblioteca, o arquivo e o museu mais longevos em atividade do Estado. Promove exposições, palestras e atividades voltadas à manutenção e divulgação da cultura, história e geografia norte-rio-grandense, e publica a sua revista desde 1903, sendo a mais antiga em circulação no Rio Grande do Norte.

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